top of page

Reposição hormonal: o que mudou e por que a medicina está revisando antigos conceitos sobre menopausa

  • há 16 horas
  • 2 min de leitura

Durante muitos anos, a reposição hormonal foi cercada de medo, insegurança e desinformação.


Reposição hormonal: o que mudou e por que a medicina está revisando antigos conceitos sobre menopausa

Muitas mulheres cresceram ouvindo que hormônio “faz mal”, “causa câncer” ou “não vale a pena”. Mas a medicina mudou — e o entendimento sobre menopausa também.

Segundo a ginecologista Dra. Jéssica Andrade, hoje a reposição hormonal é vista de forma muito mais individualizada e baseada em evidências científicas modernas.


O corpo muda completamente após a menopausa

A menopausa marca o fim da produção hormonal ovariana, especialmente do estrogênio.

E esse hormônio não atua apenas na fertilidade.

“O estrogênio está presente em praticamente todo o organismo feminino. Pele, vasos sanguíneos, ossos, cérebro, cabelo, sono e metabolismo sofrem impacto dessa queda hormonal”, explica a médica.

Por isso, além dos fogachos, muitas mulheres começam a apresentar:

  • acúmulo de gordura abdominal;

  • perda de massa muscular;

  • ressecamento da pele;

  • alterações no sono;

  • dificuldade para emagrecer;

  • queda da libido;

  • aumento do risco cardiovascular;

  • perda de massa óssea.

 

Muito além da estética

Segundo Dra. Jéssica Andrade, um dos pontos mais importantes é entender que menopausa também é saúde cardiovascular, óssea e metabólica.

“A queda hormonal aumenta a rigidez vascular, favorece resistência insulínica e aumenta gordura visceral, o que eleva riscos importantes para a saúde da mulher”, afirma.

Além disso, a perda de massa óssea aumenta significativamente o risco de osteoporose e fraturas no futuro.

 

O hormônio mudou

Grande parte do medo da reposição hormonal surgiu após estudos antigos realizados com hormônios que já não são mais os mais utilizados atualmente.

Hoje, a medicina trabalha principalmente com hormônios bioidênticos e tratamentos personalizados.

“A reposição não é igual para todas as mulheres. Tudo depende da individualidade, histórico, sintomas, exames e riscos de cada paciente”, destaca a especialista.

 

Hormônio não faz milagre

Apesar dos benefícios, a médica reforça que a reposição hormonal precisa caminhar junto com hábitos saudáveis.

“Não existe tratamento milagroso. Alimentação, atividade física, massa muscular e qualidade do sono continuam sendo fundamentais”, explica.

Segundo ela, massa muscular está diretamente ligada à longevidade feminina.

“Massa muscular é saúde. É independência. É qualidade de vida no futuro”, reforça.

 

O objetivo é qualidade de vida

Hoje, o principal foco da medicina da menopausa é permitir que a mulher atravesse essa fase com bem-estar e autonomia.

“O objetivo não é apenas tratar sintomas. É oferecer qualidade de vida, saúde e longevidade para essa mulher”, finaliza Dra. Jéssica Andrade.


Reposição hormonal: o que mudou e por que a medicina está revisando antigos conceitos sobre menopausa





Dra. Jéssica Andrade |

Ginecologista – CRM 162495 | RQE 69265

Tratamento de Menopausa | Laser Íntimo | Saúde Hormonal


📍 R. José Oscar Abreu Sampaio, 171 – Jardim Anália Franco – São Paulo/SP

📲 Instagram: @drajessicalpandrade

📞 (11) 97369-8146


Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação

Notícias

bottom of page